
Texto base: Atos capítulo 10, versículos de 9 á 22.
9 No dia seguinte, indo eles de caminho e estando já perto da cidade, subiu Pedro ao eirado, por volta da hora sexta, a fim de orar.
10 Estando com fome, quis comer; mas, enquanto lhe preparavam a comida, sobreveio-lhe um êxtase;
11 então, viu o céu aberto e descendo um objeto como se fosse um grande lençol, o qual era baixado à terra pelas quatro pontas,
12 contendo toda sorte de quadrúpedes, répteis da terra e aves do céu.
13 E ouviu-se uma voz que se dirigia a ele: Levanta-te, Pedro! Mata e come.
14 Mas Pedro replicou: De modo nenhum, Senhor! Porque jamais comi coisa alguma comum e imunda.
15 Segunda vez, a voz lhe falou: Ao que Deus purificou não consideres comum.
16 Sucedeu isto por três vezes, e, logo, aquele objeto foi recolhido ao céu.
17 Enquanto Pedro estava perplexo sobre qual seria o significado da visão, eis que os homens enviados da parte de Cornélio, tendo perguntado pela casa de Simão, pararam junto à porta;
18 e, chamando, indagavam se estava ali hospedado Simão, por sobrenome Pedro.
19 Enquanto meditava Pedro acerca da visão, disse-lhe o Espírito: Estão aí dois homens que te procuram;
20 levanta-te, pois, desce e vai com eles, nada duvidando; porque eu os enviei.
21 E, descendo Pedro para junto dos homens, disse: Aqui me tendes; sou eu a quem buscais? A que viestes?
22 Então disseram: O centurião Cornélio, homem reto e temente a Deus e tendo bom testemunho de toda a nação judaica, foi instruído por um santo anjo para chamar-te a sua casa e ouvir as tuas palavras.
Perplexo? Um apóstolo perplexo, sem saber o que pensar? Pedro, cheio do Espírito Santo, chamado por Deus e experiente no ministério, hoje está num beco sem saída; não entende o que está acontecendo com ele. Mas Deus sabe como Pedro vai compreender o que precisa saber. Quer preparar o seu servo para acreditar que os gentios (os não-judeus) não estão excluídos do reino de Deus, ao contrário do que os judeus pensavam.
Orando a Deus, vê em visão descer do alto um grande lençol cheio de todo o tipo de bichos proibidos para um judeu comer. Três vezes Pedro ouve a ordem da visão: “Mate e coma”, mas não age. Pára, perplexo! Foi só quando chegou uma comitiva enviada de um alto oficial do exército romano que Pedro começou a convencer-se de que Deus não mais separava entre um povo e outro. Quando seguiu com a comitiva para falar com o oficial, pregou-lhes a mensagem de Cristo; vários outros, todos gentios, junto com o oficial, converteram-se a Cristo e foram batizados. Pedro permaneceu com eles ainda por alguns dias.
Quando nós cristãos ficamos perplexos diante de Deus como Pedro, precisamos esperar que Ele nos ensine o que Ele deseja que aprendamos. Ele há de escolher a melhor maneira de esclarecer de esclarecer o que nos é difícil entender.
E quando não recebemos esclarecimento? É confiar em Deus; um pastor conta que há dez anos sua esposa quase diariamente sofre de enxaquecas severas. Já procuraram todos os recursos, inclusive houve muita oração por ela, contudo sem alívio. Depois de dez anos, dizem com resignação: “Aprendemos com isso que Deus tem um propósito, e também que Ele não é obrigado a nos revelar o motivo. Isso nos satisfaz”.
Resultado: percebe-se claramente a presença de Deus sobre o ministério desse pastor.
Quando ficamos perplexos, temos um recurso: “Se algum de vocês tem falta de sabedoria, peça-a a Deus, que a todos dá livremente, de boa vontade; e lhe será concedida” (Tiago capítulo 1, versículo 5).
A perplexidade serve para cultivar a esperança em Deus.
9 No dia seguinte, indo eles de caminho e estando já perto da cidade, subiu Pedro ao eirado, por volta da hora sexta, a fim de orar.
10 Estando com fome, quis comer; mas, enquanto lhe preparavam a comida, sobreveio-lhe um êxtase;
11 então, viu o céu aberto e descendo um objeto como se fosse um grande lençol, o qual era baixado à terra pelas quatro pontas,
12 contendo toda sorte de quadrúpedes, répteis da terra e aves do céu.
13 E ouviu-se uma voz que se dirigia a ele: Levanta-te, Pedro! Mata e come.
14 Mas Pedro replicou: De modo nenhum, Senhor! Porque jamais comi coisa alguma comum e imunda.
15 Segunda vez, a voz lhe falou: Ao que Deus purificou não consideres comum.
16 Sucedeu isto por três vezes, e, logo, aquele objeto foi recolhido ao céu.
17 Enquanto Pedro estava perplexo sobre qual seria o significado da visão, eis que os homens enviados da parte de Cornélio, tendo perguntado pela casa de Simão, pararam junto à porta;
18 e, chamando, indagavam se estava ali hospedado Simão, por sobrenome Pedro.
19 Enquanto meditava Pedro acerca da visão, disse-lhe o Espírito: Estão aí dois homens que te procuram;
20 levanta-te, pois, desce e vai com eles, nada duvidando; porque eu os enviei.
21 E, descendo Pedro para junto dos homens, disse: Aqui me tendes; sou eu a quem buscais? A que viestes?
22 Então disseram: O centurião Cornélio, homem reto e temente a Deus e tendo bom testemunho de toda a nação judaica, foi instruído por um santo anjo para chamar-te a sua casa e ouvir as tuas palavras.
Perplexo? Um apóstolo perplexo, sem saber o que pensar? Pedro, cheio do Espírito Santo, chamado por Deus e experiente no ministério, hoje está num beco sem saída; não entende o que está acontecendo com ele. Mas Deus sabe como Pedro vai compreender o que precisa saber. Quer preparar o seu servo para acreditar que os gentios (os não-judeus) não estão excluídos do reino de Deus, ao contrário do que os judeus pensavam.
Orando a Deus, vê em visão descer do alto um grande lençol cheio de todo o tipo de bichos proibidos para um judeu comer. Três vezes Pedro ouve a ordem da visão: “Mate e coma”, mas não age. Pára, perplexo! Foi só quando chegou uma comitiva enviada de um alto oficial do exército romano que Pedro começou a convencer-se de que Deus não mais separava entre um povo e outro. Quando seguiu com a comitiva para falar com o oficial, pregou-lhes a mensagem de Cristo; vários outros, todos gentios, junto com o oficial, converteram-se a Cristo e foram batizados. Pedro permaneceu com eles ainda por alguns dias.
Quando nós cristãos ficamos perplexos diante de Deus como Pedro, precisamos esperar que Ele nos ensine o que Ele deseja que aprendamos. Ele há de escolher a melhor maneira de esclarecer de esclarecer o que nos é difícil entender.
E quando não recebemos esclarecimento? É confiar em Deus; um pastor conta que há dez anos sua esposa quase diariamente sofre de enxaquecas severas. Já procuraram todos os recursos, inclusive houve muita oração por ela, contudo sem alívio. Depois de dez anos, dizem com resignação: “Aprendemos com isso que Deus tem um propósito, e também que Ele não é obrigado a nos revelar o motivo. Isso nos satisfaz”.
Resultado: percebe-se claramente a presença de Deus sobre o ministério desse pastor.
Quando ficamos perplexos, temos um recurso: “Se algum de vocês tem falta de sabedoria, peça-a a Deus, que a todos dá livremente, de boa vontade; e lhe será concedida” (Tiago capítulo 1, versículo 5).
A perplexidade serve para cultivar a esperança em Deus.
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